quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

ENTREGA DE BÍBLIAS, SONHO DE VALSA E CESTA BÁSICA NOS TRANSPORTES COLETIVOS DE BELÉM







Hoje (20/01/2016) foi uma manhã especial com a doação de Bíblias. O diferencial fora a entrega de uma cesta básica.
Não costumo ser demagogo como a maioria, em afirma r que "Deus falou comigo", mas algo foi diferente. Cheguei a subir em três ônibus, mas sempre tinha algo afirmando que não era este. Subiu em um ônibus linha Distrito Industrial, e lá encontrei um Senhor com uma criança de colo, que afirmou está desempregado, a ele fora doado a cesta básica.
Obrigado Senhor...............

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O CRISTÃO E O NATAL: O Natal é festa religiosa ou pagã?

Cristão nada mais é que todo aquele que abraçou a doutrina de Jesus Cristo (Dicionário Bíblico Universal) "Em Antioquia, os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos'. (At 11:26). Cristão também é aquele que ensina segundo Cristo Jesus. Pedro adverte a vós que fores acusado de cristão que não se envergonhe, mas sim se glorifique diante de Deus (1 Pe 4:16).
A palavra natal na Bíblia aparece como local de nascimento ( At 26:; Lc 2:3), e nunca como a data de nascimento do redentor.
A Igreja Católica instituiu o Natal no ano de 350 através do Papa Julio I, sendo mais tarde oficializado como feriado. O dia 25 de Dezembro foi escolhido pela Igreja Católica como a data de nascimento de Jesus Cristo, apesar de nenhuma passagem da Bíblia relatar a data em que Cristo tenha nascido.
O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V.

PROPÓSITO DA IGREJA CATÓLICA 




A Igreja Católica escolheu o dia 25 de Dezembro para comemorar o nascimento de Jesus Cristo como forma de substituir a festa pagã Saturnália ou "férias de inverno" em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. O Papa Julio I determinou a substituição da veneração ao deus sol pela data em que teria nascido Jesus . A Saturnália era uma festa romana em honra ao deus Saturno. A festa iniciava com grandes banquetes e sacrifícios. A Saturnália reunia as comemorações pelo fim do ano agrário e religioso, somados também ao fim de um ano “velho” e início de outro novo, enchendo os romanos de esperanças e expectativas quando as próximas colheitas e o ano que começava, e era costume visitar parentes e amigos, bem como a troca de presentes.

A Saturnália por tradição acontecia entre 17 e 25 de dezembro. O Objetivo da Igreja Católica em instituir o Natal em 25 de Dezembro era a de facilitar a aceitação do cristianismo entre os pagãos. Aqui ficou claro que o Natal tão comemorado entre os Cristãos de hoje tem origem pagã.

A TROCA DE PRESENTES NO NATAL RELAÇÃO COM O NASCIMENTO DE CRISTO

A troca de presentes entre amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo. Isto de nenhuma forma celebra o nascimento de Jesus Cristo, o presente que Jesus Cristo quer ganhar é que você fale da sua obra. Alguns cristãos erroneamente entendem que a troca de presentes no Natal é normal, em razão dos reis magos terem levados presentes a Jesus cristo pelo seu nascimento. Primeiro Jesus já havia nascido há muitas semanas ou meses. Não houve troca de presentes ELES presentearam somente a CRISTO.O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

Olho com tristeza como nós cristãos estivemos e estamos cada vez mais sobre a autoridade do homem, apesar de Lucas advertir que é preciso obedecer antes a Deus do que aos homens(At 5:29). Cada vez nós cristãos desobedecemos a Deus e estamos sob a autoridade do Papa, isto já ocorreu com a mudança do Sábado para Domingo o dia de santifica o SENHOR. "A igreja substituiu o sábado pelo domingo pela plenitude do poder divino, que Jesus Cristo conferiu a ela".( obra do Rev. Peter Geiermann, "The Convert's Catechism of Catholic Doctrine",2 que recebeu em 25 de janeiro de 1919 a bênção do Papa Pio X ).
Realmente é de entristecer o coração. Será que o Natal agrada o coração de Deus? Ouço tantos cristãos falarem que amam a Deus, mas não vivem o que a palavra do Senhor ensina.
O Natal na sua origem já não tinha nenhum objetivo religioso, e hoje vivemos verdadeiras festas pagãs, e em algumas igrejas cristãs.
Se nascemos de novo ao aceitar Jesus Cristo como único Salvador não podemos e nem devemos nos agarrar aos costumes mundanos.
Tem cristão que usa adornos de Natal em sua casa como por exemplo árvore de Natal( a arvore simbolizava a deusa Asera ). As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria: "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13). "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21).

A guirlanda tem origem aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal.

Qual o significado para com cristo? Ornamento é pecado por remeter a antigos costumes pagãos.
O Natal teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a SENHOR, mas sim aos falsos deuses pagãos.
"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24)
""Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)


NATAL PAGÃO/POR QUE O POVO DE DEUS COMEMORA O NATAL PAGÃO?
Fico triste nesta época, pois vejo o povo de Deus vivendo uma mentira. Para piorar ensinam a seus filhos e a novos convertidos. Deus odeia a mentira, Satanás é o pai da mentira.
Você é filho de Deus ou de Satanás?
O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. (Oséias 4:6).

NATAL PAGÃO: ACORDA POVO DE DEUS
Há dois anos que minha família não vive esta festa criada pelos falsos cristãos. Afirmo com a maior convicção e fé que tenho nas Escrituras, que meu coração encontra-se em total paz.
Amanhã sei que muitos com total falta de conhecimento da palavra festejaram mais um aniversário do PAPAI NOEL.
Uns alegam que o Natal é uma forma de lembrar de Cristo. Lembrar de Cristo com árvore, bolas e luzes não é nada bíblico.
Adorar falsos Deuses.
Acorda povo de Deus.

SERGIO ROMA

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

POR QUE MINHA FAMÍLIA NÃO VIVE O NATAL? POR QUE A SUA VIVE?










POR QUE MINHA FAMÍLIA NÃO VIVE O NATAL?

1.Acreditamos na inerrância da Bíblia;

2. A Palavra de Deus não cita a data de nascimento de Jesus
Festa Pagã;

3. Não acredita na simbologia do Natal (guirlandas, Papai Noel, árvores...);

4. Fé alicerçada na Palavra de Deus;

5.Não é um Dia Santo;

6.Adoramos a um único Deus

POR  QUE A SUA VIVE? 

1.Acredita em partes dos textos Bíblicos;

2.A certidão do nascimento de Jesus fora confeccionada pelo homem;

3.Acolhe a tradição pagã;

3.Acredita em símbolos;

4.Fé alicerçada na tradição e no costume;

5.Feriado religioso estabelecido pelo homem;

6.?????????????????????

Será  que os costumes e tradições do Natal estão de acordo com o relato Bíblico do nascimento de Cristo? 

Será que todo mundo trocava presentes quando Jesus nasceu? 

Será que Mateus, Marcos, João e Lucas consideravam o nascimento de Jesus um dos eventos mais significativos para que os cristãos o reconhecessem ou comemorassem?

Será que Jesus Cristo nos diz para celebrar o SEU nascimento?  

Deixando de lado o raciocínio humano, pergunte a Deus sobre o que ELE acha do Natal ?

terça-feira, 24 de novembro de 2015

ASTROFÍSICA ATÉIA SE CONVERTE A CRISTO



cientifica-se-convierte-cristoPor: Helio Medeiros
Repercutiu em sites de todo o planeta, recentemente, o testemunho de pesquisadora do Departamento de Astronomia da Universidade do Texas e professora de Astrofísica na Universidade Southwestern. A incrível história de Sarah Salviander e sua conversão a Cristo começa com os seus estudos científicos e culmina com a morte da filha. Vale a pena investir cinco minutos em ler o depoimento dela.
Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá. Meus pais eram ateus, embora preferissem se definir como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma ótima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância”.
“O Canadá já era um país pós-cristão. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs. A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo. Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que ele tornava as pessoas fracas e tolas, filosoficamente banais”.
Aos 25 anos, quando abraçava a filosofia racionalista de Ayn Rand, Sarah entrou em uma universidade dos EUA: “Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objetivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões: qual é o propósito da vida? De onde foi que viemos? Por que estamos aqui? O que acontece quando morremos? Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objetiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade. E, embora se dissessem focados em desfrutar a vida, os objetivistas racionalistas não pareciam sentir alegria alguma. Pelo contrário: estavam ferozmente preocupados em se manter independentes de qualquer pressão externa”.
A atenção da jovem se voltou completamente ao estudo da física e da matemática.
“Entrei nos clubes universitários, comecei a fazer amigos, e, pela primeira vez na minha vida, conheci cristãos. Eles não eram como os racionalistas: eram alegres, felizes e inteligentes, muito inteligentes. Fiquei de boca aberta ao descobrir que os meus professores de física, a quem eu admirava muito, eram cristãos. O exemplo pessoal deles começou a me influenciar e eu me via cada vez menos hostil ao cristianismo. No verão, depois do meu segundo ano, participei de um estágio de pesquisa na Universidade da Califórnia, num grupo do Centro de Astrofísica e Ciências Espaciais que estudava as evidências do Big Bang. Era incrível procurar a resposta para a pergunta sobre o nascimento do Universo. Aquilo me fez pensar na observação de Einstein de quea coisa mais incompreensível a respeito do mundo é que o mundo é compreensível. Foi aí que eu comecei a perceber uma ordem subjacente ao universo. Sem saber, ia despertando em mim o que Salmo 19 diz com tanta clareza: ‘Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos’”.
Depois desse insight, a razão de Sarah foi gradualmente se abrindo ao Mistério:
“Comecei a perceber que o conceito de Deus e da religião não eram tão filosoficamente banais como eu pensava que fossem. Durante o meu último ano, conheci um estudante finlandês de ciências da computação. Um homem de força, honra e profunda integridade, que, assim como eu, tinha crescido como ateu num país laico, mas que acabou abraçando Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, aos 20 anos de idade, graças a uma experiência particular muito intensa. Nós nos apaixonamos e nos casamos. De alguma forma, mesmo não sendo religiosa, eu achava reconfortante me casar com um cristão. Terminei a minha formação em física e matemática naquele mesmo ano e, pouco tempo depois, comecei a dar aulas de astrofísica na Universidade do Texas em Austin”.
A penúltima etapa da jornada de Sarah foi a descoberta, também casual, de um livro de Gerald Schroeder:
“The Science of God” [“A Ciência de Deus”]. “Fiquei intrigada com o título e alguma coisa me levou a lê-lo, talvez o anseio por uma conexão mais profunda com Deus. Tudo o que sei é que aquilo que eu li mudou a minha vida para sempre. O Dr. Schroeder é físico do MIT e teólogo. Eu notei então que, incrivelmente, por trás da linguagem metafórica, a Bíblia e a ciência estão em completo acordo. Também li os Evangelhos e achei a pessoa de Jesus Cristo extremamente convincente; me senti como quando Einstein disse que ficou ‘fascinado com a figura luminosa do Nazareno’. Mesmo com tudo isso, apesar de reconhecer a verdade e de estar intelectualmente segura quanto a ela, eu ainda não estava convencida de coração”.
O encontro decisivo com o cristianismo aconteceu há apenas dois anos, depois de um acontecimento dramático: “Eu fui diagnosticada com câncer. Não muito tempo depois, meu marido teve meningite e encefalite; ele se curou, felizmente, mas levou certo tempo. A nossa filhinha Ellinor tinha cerca de seis meses quando descobrimos que ela sofria de trissomia 18, uma anomalia cromossômica fatal. Ellinor morreu pouco depois. Foi a perda mais devastadora da nossa vida. Eu caí nas mãos do desespero até que tive, lucidamente, uma visão da nossa filha nos braços amorosos do Pai celestial: foi só então que eu encontrei a paz. Depois de todas essas provações, o meu marido e eu não só ficamos ainda mais unidos, como também mais próximos de Deus. A minha fé já era real. Eu não sei como teria passado por essas provações se tivesse continuado ateia. Quando você tem 20 anos, boa saúde e a família por perto, você se sente imortal. Mas chega um momento em que a sensação de imortalidade evapora e você se vê forçada a enfrentar a inevitabilidade da própria morte e da morte das pessoas mais queridas”.
“Eu amo a minha carreira de astrofísica. Não consigo pensar em nada melhor do que estudar o funcionamento do universo e me dou conta, agora, de que a atração que eu sempre senti pelo espaço não era nada mais do que um intenso desejo de me conectar com Deus. Eu nunca vou me esquecer de um estudante que, pouco tempo depois da minha conversão, me perguntou se era possível ser cientista e acreditar em Deus. Eu disse que sim, claro que sim. Vi que ele ficou visivelmente aliviado. Ele me contou que outro professor tinha respondido que não. Eu me perguntei quantos outros jovens estavam diante de questões semelhantes e decidi, naquela hora, que iria ajudar os que estivessem lutando com esses questionamentos. Eu sei que vai ser uma jornada difícil, mas o significado do sacrifício de Jesus não deixa dúvidas quanto ao que eu tenho que fazer”.
Fonte:https://siteneoateutoddynho.wordpress.com/2015/11/02/astrofisica-ateia-se-converte-a-cristo-eu-percebi-que-existe-uma-ordem-no-universo/

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

DEFESA MONOGRAFIA: A PENA CAPITAL E A CONDENAÇÃO DE JESUS CRISTO




Ontem (18/11/2015) apresentei minha monografia a banca de examinadores para obter o grau de Especialista em Teologia com o tema " A pena capital e a condenação de Jesus". Nota 9,4. Obrigado Senhor.



sábado, 14 de novembro de 2015

ESPECIALIZAÇÃO EM TEOLOGIA








ESPECIALIZAÇÃO EM TEOLOGIA-FATEBE(Belém-Pará)

No dia 18/11/2015 às 17:30 horas será a apresentação de minha pesquisa perante a banca examinadora formada por Doutores e Mestres, para obtenção de título de Especialista em Teologia pela Faculdade Teológica Batista Equatorial (Belém-Pará) com o tema: A PENA CAPITAL E A CONDENAÇÃO DE JESUS CRISTO.

Obra cuja fora fruto de pesquisa pelo período de 2 (dois) anos.

A conclusão fora inovadora no cerne do julgamento de Cristo perante os direitos hebreu e romana. 
Nunca se chegou a está conclusão.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

E DEUS DESPREZOU A MULHER: JORNALISTA RELATA OS BASTIDORES DO SÍNODO NO VATICANO




  • Reprodução/Facebook
Lucetta Scaraffia, 67, historiadora e feminista italiana, foi uma das 32 mulheres convidadas a participar do sínodo dos bispos sobre a família, em Roma, entre os dias 4 e 25 de outubro. A editora do suplemento feminino do "L'Osservatore Romano", jornal do Vaticano, relata para o "Le Monde" de forma mordaz esse trabalho entre os homens da Igreja
Quantas vezes não disse para mim mesma, ao longo dessas três semanas de sínodo, para conter a impaciência rebelde que tomava conta de mim? Afinal, eles me convidaram e até me deixaram falar. Eu, uma "feminista histórica", não exatamente diplomática, nem paciente, como eles certamente notaram.
Para uma mulher como eu, que viveu o Maio de 68 e o feminismo, que lecionou em uma universidade pública e participou de comitês e de grupos de trabalho de todos os gêneros, essa experiência foi verdadeiramente inédita. Isso porque embora já tenha acontecido, quando eu era jovem e as mulheres ainda eram raras em determinados meios culturais e acadêmicos, de eu ser a única no meio de um grupo de homens, esses homens ao menos conheciam um pouco o assunto, sendo casados ou tendo filhas.
O que mais me espantou nesses cardeais, bispos e padres foi sua perfeita ignorância sobre o sexo feminino, seu pouco conhecimento em relação a essas mulheres tidas como inferiores como as freiras, que geralmente lhes serviam de domésticas. Não todos, evidentemente – cheguei a fazer amizade com alguns deles, antes mesmo do sínodo-- , mas para a imensa maioria, o constrangimento sentido pela presença de uma mulher como eu era palpável, sobretudo no começo.
De qualquer forma, não havia nenhum sinal desse cavalheirismo que se costuma encontrar sobretudo entre os homens de uma certa idade, dos quais eles fazem parte. Com a maior desenvoltura, eles me cortavam nas escadas e passavam alegremente na minha frente no bufê durante os intervalos. Até que um garçom, com pena de mim, perguntou o que eu queria beber.
Depois, quando começamos a nos conhecer melhor, especialmente durante as sessões de trabalho em grupos pequenos, os outros clérigos foram aos poucos mostrando simpatia por mim. À maneira deles, é claro: eu era considerada como uma mascote, sempre tratada com paternalismo, ainda que eles tivessem a minha idade ou fossem ainda mais jovens que eu.
Desde que cheguei, tudo parecia ter sido concebido para que eu me sentisse como uma estranha: apesar das minhas credenciais, eu era submetida a checagens inflexíveis. Chegaram a tentar pegar meu tablet e meu celular. Toda vez me tomavam por outra pessoa, uma jornalista no melhor dos casos, ou uma faxineira. Depois eles aprenderam a me conhecer e a me tratar com respeito e gentileza. Quando, após três ou quatro dias, a guarda suíça uniformizada encarregada de vigiar a entrada bateu continência para mim, me senti no paraíso!

"Se elas entrarem, seremos esmagados"

No entanto, minha presença era no máximo tolerada: eu não "batia ponto" antes de cada sessão de trabalho como os padres sinodais, eu não tinha o direito de discursar, somente no final, quando se abre a fala para a plateia, e a mim também não era permitido votar, mesmo nas sessões de pequenos grupos. Não somente eu não tinha direito de votar, como me era proibido propor modificações ao texto submetido a debate. Na teoria, eu não deveria nem mesmo falar, mas de vez em quando até pediam minha opinião. Precisei de coragem, mas comecei a levantar a mão e a me expressar. Na última reunião, cheguei a conseguir sugerir modificações! Enfim, tudo contribuía para que eu me sentisse inexistente.
Nenhuma de minhas falas tinha o efeito esperado. Um dia, quis lembrar que no 19º capítulo do Evangelho segundo São Mateus, Jesus falava em "repúdio" e não em "divórcio", e que, no contexto histórico que era o seu, isso significava "repúdio da mulher pelo marido". Além disso, a indissolubilidade defendida por Jesus não seria um dogma abstrato, mas uma proteção dada aos mais frágeis da família: as mulheres. Mas eles continuaram explicando que Jesus era contra o divórcio. Eu poderia muito bem não ter dito nada, pois falava para o vazio.
Bem que tentei dividir minhas impressões com as outras poucas mulheres presentes no sínodo, mas elas sempre me olhavam com espanto; para elas, esse tratamento era totalmente normal. A maior parte delas estava lá só como parte de um casal –no momento dos discursos de encerramento, ouvi improváveis relatos de casamentos narrados em conjunto com o marido.
A única que escapava desse clima de resignação era uma jovem freira combativa que havia descoberto, durante uma conversa com o papa, que as quatro cartas que sua associação lhe havia enviado –para exigir mais espaço para as freiras– nunca haviam chegado até o pontífice. Entendi que as freiras, por serem muitas, e muito mais numerosas que os religiosos, causavam medo: se elas entrassem, eles seriam esmagados. Então era melhor fingir que elas não existiam.
Diante dos meus olhos curiosos e pasmos, a igreja mundial ganhou corpo e identidade. É claro, existem campos distintos, entre aqueles que querem mudar as coisas e aqueles que querem simplesmente defender o status quo. E a oposição é bem nítida. Entre os dois há uma espécie de pântano, onde as pessoas se alinham, dizem coisas vagas e esperam para ver como o debate vai evoluir. O campo dos conservadores afirma aos pobres fiéis que seguir as normas não é um fardo desumano, porque Deus nos ajuda com sua graça. Eles têm uma linguagem colorida para falar das alegrias do casamento cristão, do "canto nupcial", da "Igreja doméstica" do "Evangelho da família" –em suma, de uma família perfeita que não existe, mas que deve ser confirmada pelos casais convidados a contarem suas histórias. Talvez eles acreditem nisso. De qualquer forma, eu não queria estar no lugar deles.
Existem mais nuances no campo dos progressistas. Os mais audaciosos chegam a falar de mulheres e de violência conjugal. É fácil distingui-los, pois eles invocam sem parar a misericórdia. Naturalmente, as famílias perfeitas não precisam de misericórdia. "Misericórdia" foi a palavra-chave do sínodo: nos grupos de trabalho, uns lutam para suprimi-la dos textos, outros a defendem com vigor e buscam até multiplicá-la. No fundo, não é muito complicado. Eu havia me imaginado em uma situação teologicamente mais complexa, mais difícil de decifrar para quem está de fora.
Mas aos poucos fui entendendo que está ocorrendo uma mudança profunda: aceitar que o casamento seja uma vocação, assim como a vida religiosa, é um grande avanço. Isso significa que a igreja reconhece o sentido profundo da encarnação, que deu valor espiritual àquilo que vem do corpo, e portanto também à sexualidade considerada como um meio espiritual, seja na castidade ou na vida conjugal. A insistência na verdadeira intenção da fé e na preparação para o sacramento também é muito importante: é o fim da adesão de fachada, sem uma escolha consciente.
O grande preceito de Jesus, segundo o qual só conta a intenção do coração, vai entrando aos poucos na vida prática. Isso quer dizer que estamos avançando de maneira significativa na compreensão de sua palavra. Nas milhares de polêmicas sobre a doutrina ou sobre a normatividade, nada disso parece existir, mas olhando mais de perto, a mudança é perceptível, e certamente é positiva.

Um pouco de catecismo antes das núpcias

Durante as longas horas de debates, observei, fascinada, a elegância dos clérigos: todos "uniformizados", com suas batinas bordadas de roxo ou vermelho, seus solidéus nas mesmas cores e, no caso de alguns, suas elaboradas capas com longos fios bordados e botões coloridos. Os orientais exibiam mitras de veludo bordadas de ouro ou de prata, chapéus altos pretos ou vermelhos. O mais elegante de todos usava uma longa túnica roxa, e no fim descobri que se tratava de um bispo anglicano. Às vezes, de longe, um dominicano de túnica branca era confundido com o papa, que, democraticamente, se juntava a nós nos intervalos.
É verdade que eles vêm de todas as partes do mundo; em geral, os bispos dos países colonizados falam a língua do antigo conquistador, francês, inglês ou português. Aqueles que vêm do leste europeu falam italiano. Percebo como são muitos os bispos vindos da Índia e da África. Cada um representa um pedaço da história e da realidade, independentemente de falarem de dificuldades concretas ou de se contentarem com tiradas teóricas defendendo a família.
E assim eu descubro que os defensores mais rígidos da tradição são aqueles mesmos que vivem nos países onde a vida é mais difícil para os cristãos, como os orientais, os eslavos ou os africanos. Aqueles que sofreram as perseguições comunistas propõem que se resista com o mesmo rigor e a mesma intransigência aos encantos da modernidade; aqueles que vivem em países atormentados e em conflito onde a identidade cristã é ameaçada pensam que é somente se mantendo firme nas regras que se pode defender a religião contra as ameaças que pairam sobre ela.
Com algumas exceções, que têm minha preferência, todos falam em uma linguagem autorreferencial, quase sempre incompreensível para quem não pertence à "panelinha" do clero: "afetividade" para se referir a "sexualidade", "natural" para "não modificável", "sexualidade madura", "arte do acompanhamento"... Quase todos estão convencidos de que basta um curso de preparação para o casamento para superar todas as dificuldades e talvez também um pouco de catecismo antes das núpcias.
No entanto, do mundo real surgem situações tão diversas quanto complexas. Em particular a questão dos casamentos mistos presente no mundo todo. Os problemas são diversos, mas há um que surge em todos os casos: a religião católica é a única a enunciar a indissolubilidade do casamento. Então os pobres católicos muitas vezes se veem abandonados e na impossibilidade de se casarem novamente. Quantos clérigos não defendem com orgulho suas famílias tradicionais sem pensar que na maioria dos casos trata-se de situações que penalizam as mulheres?
Mas as mulheres são quase invisíveis. E quando as menciono em minhas falas, queixando-me de sua ausência justamente quando o objetivo é debater a questão da família, me acham "muito corajosa". Sou aplaudida e até mesmo me agradecem; fico um tanto surpresa, depois entendo que, ao falar claramente delas, eu as dispenso de fazerem o mesmo.
Levada por essa onda de sentimentos contraditórios –entre a raiva provocada por uma evidente exclusão e a satisfação de estar lá de qualquer forma-- , eu não pude deixar de pensar que era extraordinário, nos dias de hoje, participar de uma assembleia que abriu com o canto do Veni Creator Spiritus e se encerrou com o Te Deum. Mas é exatamente por esse motivo que sofro ainda mais com a injusta exclusão das mulheres de uma reflexão que, a princípio, trata da relação da humanidade como um todo, e, portanto, de homens e mulheres, com Deus.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/le-monde/2015/10/29/e-deus-desprezou-a-mulher-jornalista-relata-os-bastidores-do-sinodo-no-vaticano.htm

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A BÍBLIA E A IGREJA CONTEMPORÂNEA



         


 Vivemos hoje um verdadeiros caos de interpretação das Escrituras:

Em relação ao batismo:

1. Praticam o batismo por imersão;

2. Praticam o batismo por aspersão;

3. Praticam o batismo pelo Espirito Santo;

4. Outras sustentam que o batismo no Espirito Santo era somente usado na época dos apóstolos;

Em relação a lei:

1. Guardam o sábado;

2. Guardam o domingo;

2. Corpo santuário do Espirito Santo: Proibição de usar brincos, mas cabelos são pintados e realizam cirurgias de embelezamento;

3. Determinados alimentam são proibidos, mas esquecem das recomendações sobre o respeito da mulher no período de menstruação.

Em relação ao Pastoreio das Igrejas:

1. Somente homens no ministério;

2. Homens e mulheres no ministério.

Vivemos um pandemônio bíblico. Usam o texto bíblico como forma de agradar, arrecadar, enriquecer, prometer....Funciona, mais ou menos assim:

"Hoje vou pregar sobre ......Vamos ler as Escrituras. Vou usar o livro de Lucas Capítulo 1. Agora vejamos quais versículos servem aos meus interesses".

Está é a Igreja de nossos  dias!!!!!!!!!!!!!!!  


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

PESSOAS RESSUSCITADAS NA BÍBLIA





                             


Foram 10 (dez) casos de  novo folego de vida. Como já comentei anteriormente ressurreição, entendo seja para vida eterna. E nas Escrituras todos que receberam nova vida, e morreram novamente. Vejamos quem nas Escrituras receberam novo folego de vida:

Antigo Testamento:

1) 1 Rs 17:20-22 – O filho da viúva de Sarepta. Novo folego de vida com a oração de Elias
2) 2 Rs 4:32-35 – O filho da sunamita. Novo folego de vida com a oração de Eliseu

3) 2 Rs 13:20-21 – O defunto que caiu sobre os ossos de Eliseu

Novo Testamento:

1) Mc 5:21-43 – A filha de Jairo. Novo folego de vida com a oração de Jesus
2) Lc 7:11-15 – O filho da viúva de Naim. Novo folego de vida com a oração de Jesus
3) Jo 11:1-45 – A ressurreição de Lázaro. Novo folego de vida com a oração de Jesus
4) Mt 27.52 - Crucificação de Jesus Cristo.Muitos santos que dormiam foram ressuscitados
5) At 9:36-40 – A ressurreição de Tabita ou Dorcas.Novo folego de vida com a oração de Pedro
6) At 20:9-12 – O jovem Êutico. Novo folego de vida com a oração de Paulo

7) Mt 28/Mc 16/Lc 24/Jo 20 – Ressurreição de Jesus.
  

terça-feira, 20 de outubro de 2015

PADRE FÁBIO DE MELO CRÍTICA IDOLATRIA








Foi o que Martinho Lutero fez, tirar as pessoas do engano e mostrar a verdade... Quem salva e é o unico mediador entre Deus e os homens é somente Jesus... Maria era humana e nao pode salvar ninguém... Depois que nasceu Jesus, Maria foi uma mulher comum que teve uma vida conjugal normal com José seu marido.

Publicado em 26 de fev de 2014.

O problema desse padre (Fábio de Melo) é que ele muda constantemente de opinião. Acredito que tudo gira em torno da fama. Este homem busca holofotes. Já assistir entrevista desse rapaz, em que ele canta a Maria, e afirma que é um Mariano.

O que ele fala não se escreve, mas Deus não é cego e surdo.

"A língua deles fere como espada; eles gritam insultos e ameaças e pensam que ninguém está ouvindo." (Salmos 59:7)

FILMES E LIVROS RECOMENDADOS







FILMES:


1. CARTAS PARA DEUS;

2. O CORPO;

3. DEUS NÃO ESTA MORTO


LIVROS:

1.CONFLITOS E QUESTÕES POLÊMICAS NA IGREJA: :DANIEL PRICE;

2.ESCOLA DA OBEDIÊNCIA: ANDREW MURRAY;

3. PANORÂMICO HISTÓRICO DE ISRAEL: ANTÔNIO ROBERTO GUSSO